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Slogan da Abrejund

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As ideias em torno da logomarca da Abrejund estão intimamente ligadas com o Slogan da Abrejund.

O que é slogan e pra que serve?

"A palavra slogan é derivada de slogorn que é uma corruptela para o Inglês a partir do termo sluagh-ghairm tanmay (sluagh "army", "host" + gairm "cry") do Escocês Gaélico e do Irlandês . Esta expressão era usada como grito usado nos antigos clãs para inspirar os seus membro a lutarem pela preservação do grupo, adequa-se à guerra existente no mercado e na disputa pelo consumidor.
 
Modernamente, a publicidade e a propaganda utilizam o slogan como forma de destacar os atributos, vantagens entre outras na complementação de uma mensagem comercial. Na propaganda o slogan é uma frase mnemônica, tem finalidade de manter-se na mente do consumidor ratificando certas características. 

O slogan está associado à imagem, à linguagem escrita e estética transcendendo a materialidade o produto ou serviço, transformando-se no afirmativo indicador dos atributos enunciados no texto publicitário. O bom slogan é curto e direto expressando a história, a psicologia, o conceito da marca, empresa ou produto e ou serviços." - Fonte: Wikipédia.

Justificativas conceituais - Slogan da Abrejund

As ideias em torno da logomarca da Abrejund estão intimamente ligadas com as ideias do Slogan da Abrejund. Abaixo, segue uma reflexão como base e justificativa para essa escolha. Como base para as justificativas, foi utilizado parte de um texto de Jair Souza Leal, Autor do livro "4 Homens e Um Segredo", estudante de Direito e auxiliar na Igreja Batista Memorial, Contagem/MG, que faz parte do livro "O Maná - Crescimento e Comunhão", fonte: www.betuel.org
 
"Grande e extensa é a obra, e nós estamos longe do muro, separados uns dos outros" - Neemias 4:19
 

A unidade gera força e traz vitória

Quando os muros de Jerusalém estavam assolados, por conta da invasão babilônica, Artaxerxes, o rei da Pérsia, autorizou Neemias a comandar a sua reconstrução. Neemias, por sua vez convoca o povo dizendo: "vinde, pois, e reedifiquemos o muro de Jerusalém" (2:17).
 
Claro que isto não aconteceu sem oposição. Havia Tobias e Sambalate, homens maus e invejosos, que se levantaram e fizeram tudo que puderam para tentar impedir esta reconstrução. Mas Neemias estava determinado, e cheio de fé declarou: "O Deus dos céus é quem nos fará prosperar; e nós, seus servos, nos levantaremos e reedificaremos" (2:20).
 
Com esta determinação, tem início a reconstrução. Algum tempo depois ele pôde declarar: "Edificamos o muro, e todo o muro se completou até a metade de sua altura; porque o coração do povo se inclinava a trabalhar" (4:6). Mas a tarefa ainda estava inacabada. Era necessário levantar o muro bem alto, ao redor de toda a cidade, e estar dentro deles para se ter a proteção contra os inimigos externos.

É preciso estar perto da obra e um dos outros

Porém, Neemias percebeu a tempo que algo não estava indo muito bem. Ele disse: "grande e extensa é a obra, e nós estamos longe do muro, separados uns dos outros" (4:19). Obra extensa, poucos trabalhadores, longe da obra e separados uns dos outros, significa, obra inacabada (como muitas obras públicas no Brasil). Pequenos focos não resolveria o problema. Era preciso estar perto da obra e perto uns dos outros. A unidade geraria força e traria a vitória.
 
O que aconteceria se o povo levantasse somente uma parte do muro, o mais alto que pudessem? O restante da cidade ficaria desprotegido e aquele muro não serviria para nada! Provavelmente, cairia na cabeça deles. O que aconteceria se o povo fosse construindo ao redor da cidade e completassem o muro, porém, até a metade da sua altura? Seria insuficiente para impedir a entrada dos inimigos! Eles continuariam desprotegidos. O que era preciso então? Que o muro fosse levantado na horizontal e na vertical ao mesmo tempo; para cima e para frente; altura e comprimento.
 

É preciso edificar (crescer) e avançar (multiplicar)

Era preciso que levantassem o muro enquanto iam avançando. Eis um importante princípio para a Igreja do Senhor. Ela precisa edificar os seus membros (crescer), mas precisa também avançar (multiplicar). Ela precisa crescer para cima e para frente. Mas a seara é grande e poucos são os obreiros (Mateus 9:37), que na maioria das vezes estão longe da obra, e longe uns dos outros. Pequenos focos se levantam, mas a falta de unidade impede o avanço progressivo e
sistemático. 
 
Mateus 16:18 diz que Jesus está edificando a Sua igreja. Ele é o dono desta edificação. Os seres humanos são o material usado nesta construção (2 Pedro 2:5). A planta, e os recursos, vêm d"Ele, que administra e comanda a obra. Mas são os pedreiros, seus servos, quem constróem.
 
Nos monturos, pedras são escolhidas (eleição), para serem colocadas na parede do templo (comunhão), mas, antes, estas pedras são lapidadas (santificação). Semelhante ao muro de Jerusalém, esta Igreja que Jesus está edificando precisa ser levantada, e precisa também avançar, isto é, crescer para cima (edificando), e para frente (evangelizando). 
 

Ir, fazer discípulos e ensinar

Observe como estas duas verdades andam sempre juntas. "Ide, portanto, fazei discípulos (avançar, multiplicar) de todas as nações... ensinando-os (edificar) a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado" (Mateus 28:19-20).
 
"Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo" (Atos 9:31). "De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número" (Atos 16:5).
 

Estudo científico: Genética – A Puberdade das plantas

 
Quando ocorrem mudanças de estações frequentemente se observa um festival de flores, especialmente quando falamos da primavera. É fácil observar que algumas plantas florescem quando há alteração do comprimento do dia e alteração das temperaturas. Esta é uma estratégia das plantas que possibilita que os frutos e as sementes sejam produzidos no período no qual o ambiente apresenta condições favoráveis, particularmente quanto à água e à temperatura.
 
Tal como nos animais, as plantas passam por um período em que ocorre apenas o crescimento em tamanho, e posteriormente, após um período de “puberdade”, elas tornam-se capazes de produzir flores e frutos, tal como uma transição entre a infância e a fase madura. Em algumas plantas esse período de “puberdade” é acompanhado por uma modificação da arquitetura folhar, como no caso da Hera (Hedera helix).
 
Então porque determinadas plantas, especialmente as árvores, demoram alguns anos para começarem a produzir flores? O que faz com que ocorra a transição de fase, ou como a planta passa da infância, na qual ela só vegeta, para a vida adulta, aquela em que produz flores e frutos?
 
Durante muitos anos, houve grande debate a respeito de um suposto “florígeno”, ou uma substância que seria produzida somente para a indução do florescimento. Na busca por essa resposta, um grupo de pesquisadores espanhóis, holandeses e americanos, publicou um artigo na revista Science no qual colocam uma luz sobre esse grande enigma. Este grupo de cientista observou que um gene denominado APETALA 1 (APT1) é o responsável pela indução ao florescimento, integrando o desenvolvimento e os diferentes reguladores de crescimento.
 
Aparentemente o gene AP1 atua reprimindo os genes envolvidos no desenvolvimento vegetativo, estabelecendo o desenvolvimento de maneira orquestrada das partes florais, tais como sépala e pétalas. A planta, não sendo séssil e, logo, não se podendo movimentar, apresenta um crescimento indeterminado, ou seja, os órgãos são formados ao longo de todo o desenvolvimento e em resposta a diferentes condições do ambiente.

A planta apresenta uma região conhecida como meristemática, na qual as células não apresentam diferenciação de função, servindo como um reservatório para a formação de células com características específicas. A transição de fases necessita de um processo de reprogramação das células meristemáticas, sendo que o gene AP1 permite que as células anteriormente programadas para formação de caules e folhas, passem a produzir flores.
 
Esta descoberta amplia as possibilidades de produção de flores e frutos em curtos intervalos de tempo. Em árvores no qual o período juvenil seja muito longo – algumas espécies demoram mais de vinte anos para a transição de fase e produção dos primeiros frutos – a futura manipulação na atividade do gene AP1 permitirá a produção de flores e frutos mais rapidamente, facilitando também o trabalho dos melhoristas vegetais.
 
Artigo da autoria de Leonardo Carnevalli Dias. Doutor em biotecnologia pela Universidade de São Paulo, desenvolveu diversos trabalhos científicos com culturas de tecidos vegetais e transformações genéticas. Fonte: http://obviousmag.org/archives/2010/04/genetica_-_a_puberdade_das_plantas.html
 

Aplicação

A região da planta conhecida por meristemática, é formada por céulas que não apresentam diferenciação de função e servem como reservatório para a formação de células com características específicas. E é apenas no período de transição (crescimento) é que um processo de reprogramação das células meristemáticas que permite a diferenciação entre células do caule, das folhas, momento em que são programadas para produzir flores e frutos.
 
Acredito que esse é um bom exemplo de UNIDADE, em que células idênticas são ativadas no decorrer da sua vida para fins específicos e se diferenciam completamente umas das outras mas ao mesmo tempo trabalham juntas dependendo umas das outras, colaborando umas com as outras.

Assim  devem seguir os batistas que compõe as igrejas de nossa região: 
 

Juntos, Crescendo e Multiplicando.

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Alexandre Torelli

Webdesigner, Técnico em Processamento de Dados, especialista em SEO - Search Engine Optimization e Redes Sociais. Webdesigner na Agência Múltiplas Ideias Ltda. ME, Net Batista - Inclusão Digital para Igrejas e I9 Produtora - Soluções em Vídeo e Internet, Agente de Crédito do Banco do Brasil S/A, Músico e Compositor. Ele é membro da Igreja Batista do Redentor onde atua como líder do Ministério de Música e Internet. Contato: contato@multiplasideias.com.

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